Lido: “A Vida, o Universo e Tudo Mais”, de Douglas Adams

DSCF5492O que me fez insistir nessa série foi ter gostado muito do primeiro e ter achado o segundo não tão engraçado, mas gostoso de ler também.  Pelo menos os dois foram um tipo de “leitura deleite”, coisa para refrescar a mente depois de alguma leitura pesada.  Mas esse terceiro, não, não, não! Afasta de mim esse cálice, era o que eu queria gritar. Mas era domingo e eu tinha pouco tempo para ler um livro de uma série, para cumprir o tema do mês de setembro, do Desafio do Skoob. Por que, por que não pulei esse livro 3?

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Lido: “As Bruxas”, de Roald Dahl

2 Desde que o desafio Skoob de agosto, com o tema “livros com personagens bruxas” começou, esse era o livro que eu queria ler. Não consegui por troca antes, somente hoje o meu pedido foi aceito no PLUS. Procurei na biblioteca da escola, mas infelizmente não tinha. E nem em e-book… Já tinha perdido as esperanças quando, na semana passada, um aluno me mostrou uns livros dele do qual gosta muito. E esse era um deles! Nem acreditei! Na hora, já pedi emprestado. Ele relutou um pouco, percebi, mas concordou em me emprestar. Desde então, todo dia pergunta do livro, como ele está, se estou gostando, haha, só por isso já valeu a pena. =) Ontem e hoje não tivemos aula, pelo feriado do aniversário da cidade, ainda bem! Assim tive tempo de sobra para ler e poder devolver pra ele amanhã (ufa!).

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Lido: “Once upon a time – uma antologia de contos de fadas”, de Kevin Tong, Jacob & Wilhelm Grimm

Uma resenha que me deu preguiça de fazer, confesso. Não gostei muito do livro, fui com muita expectativa e não era nada do que imaginei. Como li em e-book, até mesmo o charme das ilustrações foi perdida, e me parece que o bacana da versão física era isso também.

Escolhi para o Desafio de Agosto do Skoob, no tema “bruxas”, do qual não sou muito fã. Ainda tentarei ler outro, de abordagem bem diferente do que costumo ler. Vamos ver se consigo…

Basicamente, o livro consiste em contos de fadas recontados, são 30. Para mim, foi bem irregular, pois enquanto alguns contos me surpreenderam, como Rapunzel e Branca de Neve, outros como Cinderela não me agradaram. Ou, melhor explicando, achei a situação toda muito “sem noção”, ou seja, a suspensão da descrença, nesse caso, para mim não funcionou. Fiquei com vontade de bater no príncipe com a “parvice” dele, e me peguei pensando no ato desesperado ao extremo de cortar dedos e calcanhares para que os pés coubessem em sapatos, hahahahha!

Claro, claro, são só contos de fadas… Mas para tudo há um limite. Lógico, isso é “fichinha” perto dos originais dessas histórias, que nem de longe passam pela denominação de “histórias infantis”. Canibalismo, traições, adultérios, assassinato de tudo que é jeito… As crianças ficariam horrorizadas se conhecessem a origem dessas histórias. E, sim, no livro há bruxas, de todos os gostos. A menos perigosa, talvez, a de João e Maria, fácil de enganar, como em qualquer versão, rs. Pensando bem, a madrasta dos dois irmãos merece bem mais a alcunha de bruxa! E outra constatação é que madrasta de conto de fada = bruxa má. E tenho dito!

p. 91 (do conto Rapunzel):

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Pai, você foi…

Dia dos Pais já foi bem complicado pra mim, até os 15, 16 anos. Depois a gente vai tendo cada vez mais a certeza de que só merece ser chamado de pai aquele que cria, com total acepção da palavra. Se pai é aquele que cria, eu não tive pai. Houve um homem em minha vida que, assim como em muitas outras vezes, engravidou uma mulher e cuidou de mim, esporadicamente, durante um tempo, deixando essa tarefa para os outros sempre que era preciso, ou possível. Não sei nem se posso dizer realmente que “cuidou”, esse é um verbo que acredito ser tão genérico.

Talvez por isso eu tenha valorizado tanto a questão de família, de maternidade e também de paternidade. Busquei em meu companheiro, além de várias outras coisas importantes, a figura de pai que eu sabia ser totalmente diferente da que eu tivera em minha vida. E acertei. Por isso prezo tanto a paternidade não só vivida plenamente por meu marido, mas por todos os pais com os quais tenho contato e que sinto o quanto fazem a diferença na vida de seus filhos. Fico feliz por seus filhos e por eles, que conquistaram algo que talvez o meu próprio pai, com tantos filhos espalhados pelo mundo afora, nunca tenha a chance de sentir. Penso que ele sabe disso e quero crer que, se ele pudesse, voltaria no tempo e tentaria fazer tudo diferente. Mas como isso não é possível, que aprenda a suportar esse passado.

Lido: “O oceano no fim do caminho”, de Neil Gaiman

Um livro desses, talvez, só pudesse ser escrito por Gaiman. Talvez, hoje, seja esse o autor que mais acerta comigo quando o assunto é suspensão da descrença: ele me faz acreditar em cada coisa que outros autores até tentam, mas não conseguem. Incrível como ele faz com que uma história que, a princípio, pudesse parecer fantasiosa demais aos meus olhos, seja uma das fábulas mais bonitas que já li. Não que eu não goste de histórias fantasiosas, pelo contrário. Só que depois de ler tantas, e ter algumas delas entre as minhas preferidas de todos os tempos, não é qualquer história, contada de qualquer jeito, que faz com que eu me desligue do mundo e volte a ser criança.

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Lido: “A Estrada”, de Cormac McCarthy

estrada Este foi o primeiro livro do Desafio Skoob lido no mês de julho: livros indicados por outra pessoa. Um livro que eu não teria intenção de ler tão cedo. Acabei recebendo a indicação de três livros pela Michelle, do blog Resumo da Ópera. Fiquei contente, porque gostei de todas. Sobre o livro: sim, vinha passando outros na frente dele, pois o que eu tinha aqui estava em inglês e eu deixei para usá-lo nos meus estudos de inglês avançado, o que eu não tenho conseguido fazer desde que me propus a isso. Em um ano de procrastinação quase que geral minha, nada de mais. Porém, incomoda saber que tenho tantos livros para terminar aqui, parados. Mas graças ao Desafio, e à Michelle, esse aqui saiu da lista de espera (que, pelo tamanho que chega a ser interminável, apelidei de Penélope, rs), e saiu com louvor! =)

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